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Conheça a Bodega

A Bodega de Produtos Sustentáveis do Bioma Caatinga, constitui uma Rede de Organizações Socioprodutivas da Agricultura Familiar, de Povos e Comunidades Tradicionais, que coletam, cultivam, criam e beneficiam produtos da agricultura familiar e da sociobiodiversidade (vegetal e animal) e comercializam na perspectiva de relação justas e solidárias, incentivando o consumo saudável e sustentável.

Como toda Bodega, esta também é bastante sortida. Tem doces, cocadas, granolas, licores, mel de diversas abelhas e floradas, castanhas de caju, coquinhos de licuri e farinhas; óleos; leite, ovos, galinha caipira, balaios, vassouras, bolsas, tapetes, jogos de mesa, fruteiras, porta-trecos, redes, colchas de cama, almofadas, travesseiros, currulepos (sandálias), biojóias, esculturas de aves das caatingas e outros produtos de couro, palhas, fibras, madeiras, talos, carne caprina, hortaliças, sementes e frutas de muitas plantas da biodiversidade e da agrobiodiversidade. Um pouco de tudo tem: a Bodega é rica como o semiárido brasileiro!

A AGENDHA não comercializa nenhum produto, mas divulga a produção de todas as Organizações Socioprodutivas que assessora e/ou apoia. Neste sentido, você encontrará na Bodega um catálogo contendo a produção, o nome da Organização e respectivos contatos para que faça a compra direta, seja institucional ou privada.

Produtos da Agricultura Familiar

Mesmo exigindo várias políticas públicas voltadas para o desenvolvimento do país e a diminuição das desigualdades regionais, por diversas razões históricas, o Brasil ainda possui 8,9 milhões de pessoas em situação de pobreza extrema, sendo que 85% delas estão no Nordeste. neste sentido, há que se redobrar esforços e potencializar ações para a superação desse quadro de exclusão socioambiental, como merece e tem direito o povo nordestino. Portanto, uma alternativa estratégica é assessorar de forma efetiva e continuada,  às Organizações Produtivas da Agricultura Familiar e dos Povos e Comunidades Tradicionais, como vem fazendo a AGENDHA com o apoio dos seus parceiros.

Esta parceria multi-institucional tem possibilitado o desenvolvimento de ações inovadoras que contribuem, decisivamente, para a redução do êxodo rural fortalecendo a agricultura familiar agroecológica, o extrativismo sustentável, a segurança e autonomia alimentar e a superação da pobreza, gerando oportunidades para as populações rural e urbana.

"Do total dos recursos financeiros repassados pelo FNDE, no âmbito do PNAE, no mínimo 30% (trinta por cento) deverão ser utilizados na aquisição de gêneros alimentícios diretamente da agricultura familiar e do empreendedor familiar rural ou de suas organizações, priorizando-se os assentamentos da reforma agrária, as comunidades tradicionais indígenas e comunidades quilombolas". (Lei 11.947/09)

Os Projetos que a AGENDHA desenvolve, nessa área, têm o caráter complementar, como preconizar a intersetorialidade das políticas públicas, promovendo o fortalecimento das Organizações Produtivas e PCTAFs, que juntos contribuem com 70% da produção brasileira de alimentos, cuja diversidade contribuirá para Nutrir a alimentação escolar.

Referência

Bahia, Assessoria e Gestão em Estudos da Natureza, Desenvolvimento Humano e Agroecologia (AGENDHA). Nutre Nordeste: Agricultura Familiar Nutrindo a alimentação Escolar. Ministério do Meio Ambiente; Ministério do Desenvolvimento Agrário. Paulo Afonso: Fonte viva, 2011. 

Livreto AGENDHA informa.

Participações em Feiras

São bens e serviços gerados a partir de recursos da biodiversidade local, voltados à formação de cadeiras produtivas de interesse dos Povos e Comunidades Tradicionais e de Agricultores Familiares (PCTAF), numa relação harmônica entre si, com sustentabilidade, justiça social e respeito às especificidades culturais e territoriais, que assegurem a manutenção e a valorização de seus laços sociais, suas práticas e saberes, dos direitos decorrentes, da melhoria do ambiente em que vivem e da sua qualidade de vida. 

"Antes de fugir, as escravas coletavam grãos de arroz e de milho, pepitas de trigo, feijão e sementes de abóboras. Suas enormes cabeleiras transformavam-se em celeiros. Quando chegavam aos refúgios abertos no matagal, as mulheres sacudiam suas cabeças e fecundavam, assim, a terra livre". (Eduardo Galeano, Memórias del Fuego).

A AGENDHA busca com esta iniciativa ampliar o debate quanto à inclusão de outras espécies, inclusive as de animais terrestres dos criatórios tradicionais, tais como: peixes, crustáceos, moluscos, quelônios e outros répteis; mamíferos e algas (principalmente as marinhas), a partir das relações socioambientais tradicionais das caatingas, cerrados e das matas atlânticas.

Dentre os gêneros alimentícios da Sociobiodiversidade, considera-se estratégico valorizar:

  • Vegetais, principalmente frutos nativos;

  • Origem animais, criatórios que sejam tradicionalmente alimentados em sistemas de pastoreios livres;

  • Cultivos de peixes nativos;

  • Abelhas, principalmente as sem ferrão, a partir das floradas nativas;

  • E alguns muito comuns, desde a nossa infância caatinga!

Referência:

BAHIA, Assessoria e Gestão em Estudos da Natureza, Desenvolvimento Humano e Agroecologia (AGENDHA). Agroecologia das Águas - Convivência com o Semiárido, com segurança hídrica, alimentar e nutricional. Paulo Afonso: jun/2017. 27 p. 

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