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A AGENDHA inicia execução do Projeto ATER Biomas

A AGENDHA realizou de 06 a 10 de março, o primeiro ciclo de formação do Projeto ATER Biomas, que se inicia neste mês com a articulação dos parceiros, mobilização das comunidades, diagnósticos e registro das famílias colaboradoras.


O Projeto de Assistência Técnica e Extensão – ATER Biomas é financiado pelo Governo do Estado da Bahia através da Superintendência Baiana de Assistência Técnica e Extensão Rural (BAHIATER), órgão vinculado à Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR) e, atenderá 540 agricultores/as familiares no Território Itaparica e 540 no Território Semiárido NE II.


O projeto inclui uma série de ações, como a realização de visitas técnicas às unidades produtivas familiares, o envolvimento participativo dos agricultores no diagnóstico de suas atividades, o desenvolvimento de planos produtivos, a oferta de cursos de capacitação para os pequenos agricultores e a realização de intercâmbios de experiências. Além disso, o projeto visa auxiliar os beneficiários a acessarem outras políticas públicas voltadas para o desenvolvimento rural sustentável.


Tem como objetivo valorizar a produção da agricultura familiar, por meio da aplicação de técnicas agroecológicas e convivência com o semiárido, para assegurar uma produção agrícola de baixo impacto ambiental que promova a geração de renda para as comunidades rurais do bioma caatinga.


A Coordenação do Projeto é formada pelo engenheiro agrônomo Ataciano Jesus e Daniel Santos, que possuem experiência acumulada em práticas e técnicas agroecológicas.

Através deste projeto, a AGENDHA irá disponibilizar serviços de assistência técnica e extensão rural aos agricultores e agricultoras, permitindo-lhes adquirir um conhecimento mais abrangente sobre a gestão adequada das suas produções. Essa aprendizagem leva a uma economia circular que permite a geração de renda e garante a segurança alimentar das comunidades envolvidas.


Com esse projeto, a AGENDHA vai ofertar assistência técnica e extensão rural aos agricultores e agricultoras, pois isso permite que eles adquiram conhecimentos mais aprofundados sobre o manejo adequado de suas produções. Esse aprendizado resulta em uma economia circular possibilita a geração de renda e garante a segurança alimentar das comunidades envolvidas.


Texto: Bruna Cordeiro - ASCOM AGENDHA




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